Sobre a fundadora

Oie! Eu sou a Nat.

Tenho 26 anos e cheguei na moda pelo meu próprio caminho. Comecei em fonoaudiologia, me formei, trabalhei na área, mas a vontade de fazer moda nunca sumiu... No meio do caminho, fiz um curso de corte e costura e me apaixonei de vez. Também tentei empreender com revenda de roupa, mas sempre senti que faltava alguma coisa ali: identidade — a peça vinha pronta, de outro lugar, sem espaço pra ganhar a minha cara ou a cara de quem usa.

Foi aí que decidi entrar na faculdade de moda e ali, entre uma aula e outra, que a agosto foi nascendo quase sem que eu percebesse. Em uma junção do que eu já sabia fazer com as mãos (costurar, bordar) com tudo que fui aprendendo sobre criar algo autoral.

Hoje sou eu quem corta, borda, embala, escreve, responde. Mas cada peça só fica pronta de verdade quando você escolhe a cor, o bordado, o detalhe que é seu. Eu entro com a técnica. Você entra com sua personalidade.

 

Se você chegou até aqui, já é um pouco da agosto também. Obrigada por fazer parte disso comigo.

 

Sobre a agosto

A gente não queria criar só mais uma marca de nécessaire, queria criar um jeitinho de organizar a vida que também fosse bonito de olhar.

Porque, cá entre nós: por que a escova de cabelo tem que ficar jogada no fundo da bolsa, disputando espaço com chiclete e moeda? Por que "prático" e "bonito" viraram duas categorias diferentes, quando na real deveriam ser a mesma coisa? A agosto existe pra resolver exatamente isso.

Uma nécessaire pra cada coisa (uma pra make, uma pra skincare, uma pra "coisas que não têm categoria") porque achar rápido também é uma forma de se cuidar. Um bordado, uma cor, um detalhe que é só seu, porque a peça que carrega a sua rotina merece ter a sua cara.

A gente acredita que personalidade não está nas grandes escolhas, ela aparece na cor da nécessaire que você leva pra viagem, no bordado que ficou do seu jeito.

Cada peça é costurada à mão, uma de cada vez, pra acompanhar o seu dia a dia de verdade: a bolsa que nunca fica arrumada por muito tempo, a mala que não fecha na primeira tentativa, o banheiro que tem cara de gente que realmente mora ali.

Não é sobre ter mais uma nécessaire.

É sobre ter a certa. A sua.

a gosto. Do seu jeito. Na sua cor. Com o seu nome.